Jogamos antes de escrever
Nenhuma ficha sai sem sete dias de jogo nas mãos da tripulação.
A raid-cove.store é escrita por uma tripulação pequena, sediada em Tomar, com colaborações regulares de leitores que provam jogos antes de nós. Aqui ficam os nomes, as funções e o processo. Nada que não esteja já no rodapé das fichas — só com mais detalhe.
Antes de cada edição relemos estas linhas em voz alta. Quando começarmos a quebrar uma delas, fecha-se a enseada.
Nenhuma ficha sai sem sete dias de jogo nas mãos da tripulação.
Não aceitamos dinheiro de quem publica os jogos. Os custos saem da subscrição opcional.
Linguagem clara, técnica quando preciso, marítima quando combinar. Nunca sotaque postiço.
Quando uma análise falha, publicamos errata na quinta-feira seguinte.
Nenhuma lista é vendida. Cookies de medição são opcionais e desactiváveis.
Se um link der comissão, é assinalado. Por agora, nenhum dá.
Escrevemos para quem chega ao género de raide hoje e para quem joga há anos.
Cada um responde por uma área. Quando uma decisão envolve duas áreas, conversa-se à mesa, com chá quente.
Define a linha editorial, decide o que entra na edição da semana e revê cada texto antes de publicar. Joga raides desde os tempos do EverQuest. Vive em Tomar.
Mede tempos de carregamento, audita lojas, prova compras e regista bugs. Antes esteve em consultoria de UX. Faz tudo com um Pixel 8 e um tablet velho.
Faz as ilustrações ad-hoc, as gravuras e o tratamento das capturas de jogo. Tem fundo em ilustração editorial e edita em pranchetas pretas.
Cuida da privacidade dos leitores, do RGPD, da segurança da newsletter e do que entra e sai do servidor. Responde a pedidos de DPO em 48 horas.
Desde a hipótese inicial até à ficha publicada passam tipicamente dez dias. Os apressados ficam no porto.
Lê-se a página da Play Store, vê-se o trailer e o changelog dos últimos seis meses. Decidimos se vale o tempo da tripulação.
Dois testadores jogam em separado, em modelos Android diferentes, com sessões a horas diferentes (manhã, almoço, noite).
João abre a loja, anota preços, frequência de ofertas e lê a política de privacidade. Sinalizamos partilhas com terceiros vagas.
Margarida modera uma chamada de 45 minutos. Onde os dois discordam, marca-se nova sessão. Onde concordam, escreve-se.
Texto, ilustração de Inês, dados em manifesto e bandeira de aviso (se aplicável). Vai para a folha de bordo da quinta-feira.
Quatro anos a desviar de tempestades, errar rotas e corrigir o leme. Resumo curto, em datas claras.
Quatro amigos trocam notas sobre raides em Tomar. Em papel A5, à mão. Nasce o esboço da enseada.
Primeira edição digital, distribuída a 60 leitores por email. Léxico marítimo começa aqui.
Site público com 12 jogos no manifesto. Newsletter passa para 800 leitores no primeiro mês.
João entra na tripulação. RGPD passa a ter rosto e endereço directo.
Marca atingida com a análise de Sea of Conquest. Auditoria interna pelo escritório TRF, em Coimbra.
Volume IV. Redesenho do caderno, novo léxico, manifesto revisto e processo a cinco etapas formalizado.
Listamos o que poderia, em teoria, enviesar uma análise. Para que o leitor decida o quanto confiar.
Uma carta semanal, sem ruído. Leitura de 6 minutos, ao café.